🔁 Reprodução e tradução:
este conteúdo foi originalmente publicado pela PEOPLE e é
reproduzido aqui no blog apenas como registro do que foi divulgado
na imprensa. As informações e alegações presentes no texto NÃO devem
ser interpretadas como necessariamente verdadeiras.
Era apenas mais um passeio em família para o papai e as crianças. Primeiro eles fizeram uma visita de 40 minutos ao Museu Nacional do Ar e Espaço, em Washington, D.C. “As crianças diziam ‘uau’ muitas vezes, chamavam a atenção do pai pra várias coisas e faziam perguntas”, diz Don Lopez, diretor-adjunto do museu que conduziu a visita.
Depois seguiram para o Museu Nacional do Índio Americano, onde as crianças até participaram de uma dança tribal Yupik e o próprio pai também dançou um pouco. Na manhã seguinte passaram pelo Zoológico Nacional para ver pandas, gorilas e tigres. “As crianças ficaram muito felizes e animadas ao ver todos os animais”, disse o porta-voz John Gibbons, que acompanhou Michael Jackson, 49, e seus três filhos, que naquele dia não estavam usando véus nem máscaras, durante a visita de duas horas em 19 de julho. “O que me chamou atenção foi o quanto eles eram educados, gentis e normais”, diz Gibbons
Espera aí, estamos falando do Michael Jackson mesmo? É possível que os três filhos que ele está criando sem a presença das mães, o filho Prince I, 10 anos, a filha Paris, 9, e o pequeno Prince II, de 5 anos, apelidado de Blanket, estejam tendo algo próximo de uma infância feliz e saudável? Será que o Rei do Pop também pode ser o rei de uma vida comum? (...)
Mas enquanto Michael procura casas em uma região sofisticada de Maryland, preparando-se para voltar a morar nos EUA após viver na Irlanda, no Bahrein e na Inglaterra desde 2005, vários contatos próximos, amigos e pessoas que trabalharam com ele dizem que ele e os filhos vivem uma rotina bem mais comum do que se imagina. Segundo todos os relatos, as crianças são inteligentes, bem-comportadas e parecem estar crescendo de forma saudável. Prince e Paris “acham que levam uma vida totalmente normal, que é exatamente o que o Michael quer”, diz o empresário Jack Wishna. Em Westmeath, na Irlanda, onde a família morou em 2006 enquanto ele trabalhava em um novo álbum, o cantor fazia mingau para as crianças todas as manhãs e as levava ao cinema, sem máscaras. “As crianças comiam pipoca e refrigerante e se comportavam como crianças normais”, diz um frequentador de uma sessão de The Santa Clause 3 em Mullingar.
Em uma livraria em Dun Laoghaire naquele outono, Michael “simplesmente estava vivendo a vida dele, e as crianças, de novo sem máscaras, corriam até ele dizendo ‘ei, pai, olha isso’, ou pulavam nele, e ele sempre dava atenção”, diz Bert Wright, gerente da livraria Hughes & Hughes. Em festas de aniversário de Prince e Paris, “Michael comprava muitos brinquedos, balões e bolos grandes e fazia de tudo pelos filhos, e eles pareciam adorá-lo”, diz alguém que esteve em dois desses eventos. Essa fonte afirma que as crianças adoram o pai porque ele age como uma criança também, canta, se empolga nas viagens e transforma tudo em brincadeira. Até mesmo os véus e máscaras elaboradas que ele faz os filhos usarem em algumas saídas, dizem observadores, não eram um problema porque as crianças achavam que era só mais uma brincadeira com o papai.
Um associado de longa data que recentemente esteve com Michael e seus filhos lembra que Prince e Paris "entravam e saíam correndo e o Michael estava sempre muito atento a eles". Outra pessoa que se encontrou com Michael não faz muito tempo disse que as crianças "estavam se divertindo e cantando músicas dos Beatles juntas". E quando se trata de ensinar boas maneiras aos filhos, os colegas dizem que Michael é extremamente rigoroso. Em uma festa em maio na Inglaterra, "ele fez questão de que, na hora de ir embora, todas as crianças passassem para se despedir de todo mundo", diz um produtor musical.
Mas esse não é o mesmo homem que teria pendurado o Blanket pela janela de um hotel no quinto andar em Berlim em 2002, que teria colocado uma mamadeira na boca do bebê de forma desajeitada no famoso documentário Living with Michael Jackson, e que chamou o próprio filho de “Blanket”? Para outras pessoas que conhecem mais de perto como ele está criando os filhos, essa imagem de Jackson como um “pai modelo” simplesmente não encaixa. Para começar, alguns amigos e familiares de Jackson questionam a influência da babá Grace Rwaramba, uma ex-funcionária da produtora que hoje cuida e educa as crianças em casa. “Ela começou como uma garota africana ingênua, e agora é alguém muito poderosa”, diz um associado de longa data de Jackson. Outro afirma: “A Grace manda em tudo quando se trata do Michael. Ela trouxe membros da Nação do Islã e seguranças ligados a eles. A Grace é quem realmente comanda.”
Segundo várias fontes, Grace estaria impedindo alguns membros da família de ver Michael e também de ajudá-lo com o que muitos alegam ser um vício em medicamentos prescritos. Jermaine Jackson confirmou à revista PEOPLE em 21 de julho que está preocupado com a saúde do irmão. O advogado de Los Angeles Tom Mesereau Jr., que defendeu Michael no julgamento de 2005, diz: “Fui procurado pela família Jackson” para organizar uma intervenção no ano anterior, mas não participou. Uma fonte próxima à família confirma que os Jacksons realmente tentaram uma intervenção em Las Vegas em 2006; três dos irmãos estavam presentes e Janet participou por telefone. “Michael ficou irritado e disse que não estava usando drogas”, diz uma fonte da família. Várias pessoas entrevistadas também afirmam que, por causa de Rwaramba, muitos familiares estão “cortados, não há comunicação com o Michael”, diz uma fonte próxima à família, que acrescenta que o irmão Randy Jackson teme que Michael possa morrer como Anna Nicole Smith.
Por meio de sua assessora de imprensa Raymone Bain, Michael nega o uso de drogas ou qualquer problema de saúde e afirma que está no controle total da própria vida. “Neste momento, Michael está na Costa Leste procurando casas e aproveitando as férias”, disse Bain à PEOPLE em julho. “Ele fala ao telefone todos os dias. Está muito ativo e envolvido.”
O reverendo Jesse Jackson, amigo e conselheiro de longa data, acrescenta: “Eu estive com ele [em julho] e ele estava saudável, ágil, efervescente. Depois de toda a pressão do julgamento, ele ficou um pouco abalado, mas se recuperou.”
Michael também enfrenta outros problemas que podem afetar a vida de seus filhos (...) Além dos problemas financeiros do pai, há também a questão dos véus e máscaras que os filhos de Michael usam na maioria das aparições públicas. Será que isso não chama mais atenção do que ajuda a evitar? “A principal razão de ver as crianças assim tão produzidas é pela atenção que isso acaba gerando para o próprio Michael”, diz Stacy Brown,confidente da família Michael e coautor de Michael Jackson: The Man Behind the Mask, opinião compartilhada por outros que o conhecem.
Além disso “as máscaras podem transmitir às crianças a ideia de que elas precisam ter medo das pessoas”, diz a Dra. Dorian Traube, assistente social da Universidade do Sul da Califórnia especializada em desenvolvimento adolescente. “Elas podem acabar sentindo que há algo errado com elas e que ninguém pode vê-las.”
E será que é saudável para as crianças viajarem tanto? Desde que deixou Neverland em 2005 Michael passou por pelo menos três continentes. “As crianças estão sempre mudando de lugar e não têm colegas fixos para brincar”, diz uma fonte próxima à família Michael.
Mas até essa fonte admite que as crianças parecem estar se desenvolvendo muito bem até agora. “Elas são inteligentes de forma impressionante. Prince é um menino muito engraçado e Paris é uma menina de verdade que gosta de coisas mais femininas.” Stacy Brown que admite não ser defensor de Michael diz “Não acho que ele deveria ter essas crianças. Eu me preocupo com elas. Mas elas parecem bem normais. E a Grace realmente as ama.”
Uma família diferente de qualquer outra talvez mas ainda assim ao que parece uma família. “O que eu gosto nos filhos dele é que eles não agem como crianças privilegiadas”, diz Jamie Foster Brown, jornalista que acompanhou Michael e os filhos em uma viagem ao Japão em março. “Eles são educados, amigáveis e brincalhões e gostam de fazer brincadeiras com o pai. Michael dizia ‘Blanket não faz isso’ e o Blanket respondia ‘tá bom não vou fazer’ e logo fazia de novo só para provocá-lo. Eles são muito à vontade com ele. Ele está criando bem os filhos.”
Depois seguiram para o Museu Nacional do Índio Americano, onde as crianças até participaram de uma dança tribal Yupik e o próprio pai também dançou um pouco. Na manhã seguinte passaram pelo Zoológico Nacional para ver pandas, gorilas e tigres. “As crianças ficaram muito felizes e animadas ao ver todos os animais”, disse o porta-voz John Gibbons, que acompanhou Michael Jackson, 49, e seus três filhos, que naquele dia não estavam usando véus nem máscaras, durante a visita de duas horas em 19 de julho. “O que me chamou atenção foi o quanto eles eram educados, gentis e normais”, diz Gibbons
Espera aí, estamos falando do Michael Jackson mesmo? É possível que os três filhos que ele está criando sem a presença das mães, o filho Prince I, 10 anos, a filha Paris, 9, e o pequeno Prince II, de 5 anos, apelidado de Blanket, estejam tendo algo próximo de uma infância feliz e saudável? Será que o Rei do Pop também pode ser o rei de uma vida comum? (...)
Mas enquanto Michael procura casas em uma região sofisticada de Maryland, preparando-se para voltar a morar nos EUA após viver na Irlanda, no Bahrein e na Inglaterra desde 2005, vários contatos próximos, amigos e pessoas que trabalharam com ele dizem que ele e os filhos vivem uma rotina bem mais comum do que se imagina. Segundo todos os relatos, as crianças são inteligentes, bem-comportadas e parecem estar crescendo de forma saudável. Prince e Paris “acham que levam uma vida totalmente normal, que é exatamente o que o Michael quer”, diz o empresário Jack Wishna. Em Westmeath, na Irlanda, onde a família morou em 2006 enquanto ele trabalhava em um novo álbum, o cantor fazia mingau para as crianças todas as manhãs e as levava ao cinema, sem máscaras. “As crianças comiam pipoca e refrigerante e se comportavam como crianças normais”, diz um frequentador de uma sessão de The Santa Clause 3 em Mullingar.
Em uma livraria em Dun Laoghaire naquele outono, Michael “simplesmente estava vivendo a vida dele, e as crianças, de novo sem máscaras, corriam até ele dizendo ‘ei, pai, olha isso’, ou pulavam nele, e ele sempre dava atenção”, diz Bert Wright, gerente da livraria Hughes & Hughes. Em festas de aniversário de Prince e Paris, “Michael comprava muitos brinquedos, balões e bolos grandes e fazia de tudo pelos filhos, e eles pareciam adorá-lo”, diz alguém que esteve em dois desses eventos. Essa fonte afirma que as crianças adoram o pai porque ele age como uma criança também, canta, se empolga nas viagens e transforma tudo em brincadeira. Até mesmo os véus e máscaras elaboradas que ele faz os filhos usarem em algumas saídas, dizem observadores, não eram um problema porque as crianças achavam que era só mais uma brincadeira com o papai.
Um associado de longa data que recentemente esteve com Michael e seus filhos lembra que Prince e Paris "entravam e saíam correndo e o Michael estava sempre muito atento a eles". Outra pessoa que se encontrou com Michael não faz muito tempo disse que as crianças "estavam se divertindo e cantando músicas dos Beatles juntas". E quando se trata de ensinar boas maneiras aos filhos, os colegas dizem que Michael é extremamente rigoroso. Em uma festa em maio na Inglaterra, "ele fez questão de que, na hora de ir embora, todas as crianças passassem para se despedir de todo mundo", diz um produtor musical.
Mas esse não é o mesmo homem que teria pendurado o Blanket pela janela de um hotel no quinto andar em Berlim em 2002, que teria colocado uma mamadeira na boca do bebê de forma desajeitada no famoso documentário Living with Michael Jackson, e que chamou o próprio filho de “Blanket”? Para outras pessoas que conhecem mais de perto como ele está criando os filhos, essa imagem de Jackson como um “pai modelo” simplesmente não encaixa. Para começar, alguns amigos e familiares de Jackson questionam a influência da babá Grace Rwaramba, uma ex-funcionária da produtora que hoje cuida e educa as crianças em casa. “Ela começou como uma garota africana ingênua, e agora é alguém muito poderosa”, diz um associado de longa data de Jackson. Outro afirma: “A Grace manda em tudo quando se trata do Michael. Ela trouxe membros da Nação do Islã e seguranças ligados a eles. A Grace é quem realmente comanda.”
Segundo várias fontes, Grace estaria impedindo alguns membros da família de ver Michael e também de ajudá-lo com o que muitos alegam ser um vício em medicamentos prescritos. Jermaine Jackson confirmou à revista PEOPLE em 21 de julho que está preocupado com a saúde do irmão. O advogado de Los Angeles Tom Mesereau Jr., que defendeu Michael no julgamento de 2005, diz: “Fui procurado pela família Jackson” para organizar uma intervenção no ano anterior, mas não participou. Uma fonte próxima à família confirma que os Jacksons realmente tentaram uma intervenção em Las Vegas em 2006; três dos irmãos estavam presentes e Janet participou por telefone. “Michael ficou irritado e disse que não estava usando drogas”, diz uma fonte da família. Várias pessoas entrevistadas também afirmam que, por causa de Rwaramba, muitos familiares estão “cortados, não há comunicação com o Michael”, diz uma fonte próxima à família, que acrescenta que o irmão Randy Jackson teme que Michael possa morrer como Anna Nicole Smith.
Por meio de sua assessora de imprensa Raymone Bain, Michael nega o uso de drogas ou qualquer problema de saúde e afirma que está no controle total da própria vida. “Neste momento, Michael está na Costa Leste procurando casas e aproveitando as férias”, disse Bain à PEOPLE em julho. “Ele fala ao telefone todos os dias. Está muito ativo e envolvido.”
O reverendo Jesse Jackson, amigo e conselheiro de longa data, acrescenta: “Eu estive com ele [em julho] e ele estava saudável, ágil, efervescente. Depois de toda a pressão do julgamento, ele ficou um pouco abalado, mas se recuperou.”
Michael também enfrenta outros problemas que podem afetar a vida de seus filhos (...) Além dos problemas financeiros do pai, há também a questão dos véus e máscaras que os filhos de Michael usam na maioria das aparições públicas. Será que isso não chama mais atenção do que ajuda a evitar? “A principal razão de ver as crianças assim tão produzidas é pela atenção que isso acaba gerando para o próprio Michael”, diz Stacy Brown,
Além disso “as máscaras podem transmitir às crianças a ideia de que elas precisam ter medo das pessoas”, diz a Dra. Dorian Traube, assistente social da Universidade do Sul da Califórnia especializada em desenvolvimento adolescente. “Elas podem acabar sentindo que há algo errado com elas e que ninguém pode vê-las.”
E será que é saudável para as crianças viajarem tanto? Desde que deixou Neverland em 2005 Michael passou por pelo menos três continentes. “As crianças estão sempre mudando de lugar e não têm colegas fixos para brincar”, diz uma fonte próxima à família Michael.
Mas até essa fonte admite que as crianças parecem estar se desenvolvendo muito bem até agora. “Elas são inteligentes de forma impressionante. Prince é um menino muito engraçado e Paris é uma menina de verdade que gosta de coisas mais femininas.” Stacy Brown que admite não ser defensor de Michael diz “Não acho que ele deveria ter essas crianças. Eu me preocupo com elas. Mas elas parecem bem normais. E a Grace realmente as ama.”
Uma família diferente de qualquer outra talvez mas ainda assim ao que parece uma família. “O que eu gosto nos filhos dele é que eles não agem como crianças privilegiadas”, diz Jamie Foster Brown, jornalista que acompanhou Michael e os filhos em uma viagem ao Japão em março. “Eles são educados, amigáveis e brincalhões e gostam de fazer brincadeiras com o pai. Michael dizia ‘Blanket não faz isso’ e o Blanket respondia ‘tá bom não vou fazer’ e logo fazia de novo só para provocá-lo. Eles são muito à vontade com ele. Ele está criando bem os filhos.”

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